LIDERANÇA. Um Senhor Estagiário. O que um filme pode nos ensinar?! Sete dicas infalíveis para aprimorar sua capacidade de “orientar as pessoas”.

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Às vezes em um entretenimento simples de assistir um filme, podemos aprender muito sobre “como orientar as pessoas”. O que achei mais fascinante no filme e em especial em seu personagem Ben (Robert De Niro), foi sua habilidade de realizar um papel fantástico na vida de outra pessoa “orientando-a e guiando-a”, sem em momento algum “ultrapassar ou avançar a liberdade de escolha de Jules” (Anne Hathaway). É claro que o outro precisa querer também, mas o filme e suas “dicas” não deixa de ser “simplesmente fantástico”.


Fico surpreso com o que podemos aprender nas situações mais triviais do nosso dia a dia. Basta apurarmos nosso senso de percepção. Com isto em mente, agora preciso colocar em prática os ensinamentos percebidos durante o filme. Vou dividir com vocês os meus aprendizados.

O filme chama-se “Um Senhor Estagiário” com Robert De Niro e Anne Hathaway.

O personagem de De Niro, Ben, é um executivo aposentado, viúvo de setenta anos. Ele está entediado e se sentindo louco por não ter “nenhuma ocupação”. Ele perdeu sua motivação e precisa rapidamente de algo para fazer (um propósito).

Ao se deparar com um programa de estágio para idosos, ele começa a trabalhar com o personagem de Anne Hathaway, Jules, uma jovem esposa, mãe e fundadora de uma start-up on-line chamada “About the Fit”, que está crescendo muito, muito rápido.

Surge um grande problema, pois os investidores de Jules não acreditam que ela tenha experiência suficiente para administrar uma empresa em fase de crescimento rápido. Isso cria uma enorme preocupação para Jules. Ela começa a se questionar quanto a sua real capacidade de conduzir a empresa e também a família.

Neste contexto é que Ben começa seu processo de orientação. Ele fica fascinado com Jules e “verdadeiramente” acredita nela. Ele “sugere” um plano: não entregar a empresa para os investidores. Pelo contrário, é “recomendado” por Ben que Jules “deve confiar em si mesma e em seus instintos”. O envolvimento amável de Ben é o sentido que Jules necessitava para decidir ou não salvar sua empresa e seu casamento. Vale a pena conferir! Recomendo!

Os pontos principais – Listei abaixo os 7 atributos de Ben sobre: liderança, ser mentor e “como orientar pessoas”.

1 – Seja autêntico – Mesmo sendo considerado careta ou antiquado, seja você mesmo. Seja quem você é em tudo e com todos. Agora a maestria com que Ben era autêntico chega a ser assustador. Em todos os momentos ele agiu de forma cortês, gentil e principalmente com muito “respeito”, e não deixou de ser autentico. Conclusão: autêntico e com apreço pelo outro.

2 – Sendo curioso – Faça perguntas inteligentes. Muitas vezes isso é mais importante do que a resposta em si. Fazer a pergunta certa permitirá ao outro encontrar a resposta que está em seu mais íntimo “e representa seus verdadeiros anseios”.

3- Esteja atento e seja muito observador – Ben observava mesmo os detalhes que “aparentemente” não seriam relevantes. Sim, ele observava tudo. Nossas orientações são formatadas pelo que vemos, logo é mandatório vermos o suficiente a ponto de imprimir conselhos favoráveis, saudáveis e benéficos.

4 – Seja um servo –Ben estava sempre a disposição para apoiar todos na empresa, por isso que em pouco tempo ele era adorado pela maioria. Percebia-se em seu comportamento e em suas atitudes, que o tempo todo Ben colocava as pessoas como “heróis” e frisava o lado positivo das coisas, procurando sempre apoiar e nunca minar a publicidade que a pessoa merece.

5 – Permaneça calmo – ficar irritado não ajuda em nada. Pessoas calmas como Ben sempre prevalecem. A forma com que ele procurava manter a temperatura normal é típica de pessoas de bem. Atitudes assim é especialmente importante quando as coisas ficam um pouco confusas, obscuras e caóticas. Ao permanecer calmo e também confiante, transmitimos sabedoria, coragem e discernimento. Por falar em coragem, no momento da decisão – e o mais difícil – que requeria uma dose extra de coragem, Ben se colocou a frente e disse o que precisava ser dito. Quanta coragem…

6 – Jamais julgue – Este parece ser um dos mais difíceis, mas a facilidade de Ben me impressionou. De forma alguma sugere-se que temos que aprovar condutas inapropriadas. Mas o julgamento traz consigo uma barreira nos relacionamentos, porém, a forma de conduzir a orientação (sem julgamento) permite o acesso (e influencia) no mais profundo do ser humano. O destaque aqui fica para a maestria de Ben conduzir Jules sem julgamento e em momento algum invadir sua liberdade.

7 – Seja generoso – em momentos de dificuldades acabamos desprezando nossos valores. Cada um tem o seu. Todos somos capazes e já realizamos coisas boas. Mas às vezes nos esquecemos e focamos apenas nas coisas ruins. É importante sempre lembrar o que já realizamos e alcançamos, e Ben está atento a estas situações e sugere que o crédito era de Jules, pois procurava interpretar as ações dela pelo melhor prisma possível. Apuremos nosso olhar e sejamos mais generosos uns com os outro.

Bom, apresentei alguns olhares e percepções que podemos tirar do filme, mas com certeza não são os únicos.

O que vale é tentar colocar em prática as “atitudes” de BEN.

Deixe seu comentário!!

Um abraço,

Vida que segue!

Jeferson Peres.

 

 

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